Um vírus é um ''programa malicioso’’, que faz mal ao sistema operacional, a outros programas ou a arquivos do computador. Podem ser ainda de outros tipos, mas estes são os mais comuns. Basicamente, um vírus é um programa. Um programa com comandos que poderiam ser usados para o bem, mas que muitas vezes são aplicados para o mal. Portanto, para começar a fazer um vírus, aprenda a fazer pequenos programas com a extensão.BAT. Existem, no entanto, meios mais simples que permitem a criação de vírus usando determinadas estratégias, ferramentas e recursos já existentes. Além de saber fazer o vírus, você deve saber o que ele fará. O vírus ataca alguma coisa,certo. Você deve conhecer essa coisa, seus pontos fracos e fortes, verificar caminhos por onde entrar. E como executá-lo? O meio mais simples é convencer os usuários (ou vítimas) a executar o arquivo do vírus em seus computadores. Para ajudar, existem programas que embutem um executável dentro de outro, de modo que um seja executado normalmente, e o outro de forma oculta. Isso permite, por exemplo, criar um joguinho em flash, embutir o vírus nele e mandar pra pessoa. Ela abre, vê o joguinho, acha lindo. E por trás de tudo isso, enquanto ela está distraída, o vírus trabalha. Ou simplesmente se copia para alguma pasta, cria entradas no registro do Windows para se iniciar na próxima sessão, e ataca a partir dali.
E os antivírus, como ficam? Irão bloquear seu vírus? Eles não sabem se um programa é um vírus ou não, a não ser que tenham esse programa marcado no banco de dados como um vírus. Isso geralmente acontece quando o vírus fica muito divulgado, e acabam ‘’caindo nas mãos’’ dos técnicos das empresas de antivírus. Eles checam o arquivo, fazem testes e mais testes. Comprovado o caso de ser um vírus (ou seja, de ser um programa malicioso), ele criam um código que identifica exclusivamente aquele arquivo (por exemplo, um somatório MD5, um trecho de código existente no arquivo, uma sequência de operações que provavelmente só existam naquele arquivo, etc.). E criam um cadastro desse código no antivírus. Ao fazer a varredura, se o antivírus identificar algum arquivo com algumas qualidades cadastradas em seu banco de dados, ele entenderá como vírus e tentará eliminá-lo ou notificar o usuário. Por isso é bom estar sempre com seu antivírus atualizado, pois praticamente todo dia surgem novos vírus. Estando atualizado, ele pode identificar os vírus mais recentes. Mesmo que um programa seja o pior vírus já inventado, se ele não estiver catalogado no antivírus, ele provavelmente se dará muito bem e executará suas funções. Depois? Depois é tarde, né. Muita gente reclama do Windows , dizendo que é um sistema muito vulnerável a vírus,mas essa gente poderia parar um pouco e pensar nelas mesmas, nas atitudes. A maioria dos vírus e spywares só consegue realizar seus objetivos porque o usuário do computador vacilou. Mas tudo, isso não vem ao caso agora.
Um vírus não precisa ser necessariamente um programa. Você deve estudar e conhecer o que quer atacar, e usar meios para isso. Por exemplo, apagar arquivos. Criar um BATCH(.bat) com o comando " @echo off deltree / %systemroot%" adaptado para não mostrar nada, por exemplo. Esse arquivo pode ser considerado um vírus, embora é um simples arquivo ASCII, de texto puro. O interpretador de comandos é que vai executar as ações, de acordo com o que estiver indicado. De forma semelhante agem os vírus de scripts e macros: por isso, é bom tomar cuidado com apresentações do PowerPoint de desconhecidos, arquivos do Word, etc. Não precisa ser paranóico e ficar sem abrir esses arquivos, basta pensar e desativar os macros no seu programa, entre outros cuidados. Usar o visualizador do PowerPoint, em vez do PowerPoint completo, é uma boa ideia para ver apresentações da Internet, já que os macros e arquivos vinculados nem serão interpretados. No caso de scripts ".js" ou ".vbs", só execute-os se souber realmente o que está fazendo. Destaco que esse ".js" não é de "JavaScript", pois esta mesma extensão é usada por scripts inofensivos em páginas da web para adicionar funcionalidade. Como dito, cuide-se, mas não caia nas paranóias. Não é porque a AIDS está cada vez mais ‘’solta’’ que você vai deixar de transar com pessoas que conhece a pouco tempo (6)(/safadinho), mas deverá se cuidar, né? A mesma coisa pode ser dita em termos de computadores. Execute programas, teste, explore, mas com responsabilidade. Isso fica por sua conta. Do mesmo jeito que "sexo 100% seguro é não fazer sexo"(6), eu diria que "navegar na Internet de forma 100% segura é não navegar na Internet". Se você está na chuva, é para se molhar (/Óbvio). Às vezes até mesmo com o melhor guarda-chuva ou capa você ainda se molha legal, e pode pegar um resfriado!
Bom, chega de teoria, não que não seja importante, mas já falei demais. Se você quer fazer vírus, arregace as mangas e parta para o estudo, você deverá estudar e fuçar muito. E cuidado para o feitiço não virar contra o feiticeiro, he he he.
Vou mostrar como fazer um simples programinha devastador, que apaga tudo no HD. Tanto os arquivos do usuário como as pastas do sistema e os programas. Ele será executado no Windows, então alguns arquivos de sistema não serão apagados porque estarão em uso. Mas apagando a maiori,a e alguns estratégicos, já é o suficiente para que o computador nem inicie, a menos que a pessoa formate e reinstale tudo (mas aí ela já teria perdido seus dados).
Se vc quer apagar arquivos... Sugiro usar o gerador de programas de instalação NSIS (Nullsoft Scriptable Install Systemdesenvolvedores e distribuidores de aplicações, mas é muito versátil. Você cria um "falso" programa de instalação, que na real não instala é nada, apenas apaga coisas. Esse NSIS funciona com um script, você cria um arquivo de texto com as instruções, compila nele, e ele gera o executável baseado nessas instruções. O uso do NSIS é uma boa também porque o executável fica extremamente pequeno, com menos de 50 kb. Mas você poderia usar, é claro, outros instaladores...
Baixe o NSIS e instale-o. Ele é gratuito (e open source). Não vamos nos deter com o script dele, vamos direto ao assunto. Ele possui uma função "Apague", que apaga arquivos ou pastas. Basta você adicionar os nomes de arquivos ou pastas desejados, e gerar o programa. Esta função deveria ser usada para apagar arquivos de um programa que seria desinstalado, já que o NSIS é um criador de programas de instalação para outros programas. Mas como apaga arquivos que você define, pode ser usada para o mal também, só depende das suas intenções. Em menos de 1 minuto seu vírus estará pronto.
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